Jornal - "MISSÃO JOVEM"
Catequese "MISSÃO JOVEM"
Dinâmica
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JESUS SINAL
E PRESENÇA DA PAZ Lucas, no seu evangelho, registra o cântico de Zacarias (Lc 1, 67-79), que é um louvor à bondade e à misericórdia de Deus, porque através de Jesus, o Deus Emanuel, se faz presente e visita os pobres. Jesus, neste cântico, é o sol que vem do alto. Ele iluminará a situação do povo que vive nas trevas, isto é, em condições de injustiça, marginalização, pobreza... Este sol encaminha o povo para a paz e para uma vida plena. Graças ao misericordioso coração do nosso Deus, o sol que nasce do alto nos visitará, para iluminar os que vivem nas trevas e na sombra da morte; para guiar nossos passos no caminho da paz (Lc 1, 78). Zacarias mostra o sonho de Deus para seu povo, desde o Antigo Testamento. É do coração misericordioso de Deus que podemos esperar a paz. É ele que nos apresenta Jesus, o príncipe da paz. O Príncipe da Paz vem em meio às trevas, isto é, em meio ao mundo violento, que gera vítimas, sobretudo entre os mais inocentes. São os anjos que chegam aos pastores com o anúncio de paz e esperança: Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados (Lc 2, 14). Deus chega até nós revestido de generosidade, disponibilidade e misericórdia. É o Deus da paz que oferece a salvação a todos os que têm boa vontade. A PAZ Após 2000 anos da presença do Cristo Encarnado, continuamos sonhando com a paz. Tantas invenções e tecnologias o ser humano foi capaz de criar, mas ainda não encontrou o caminho de uma cultura de paz, entendida como reconciliação fecunda. Na passagem para um Novo Milênio pensávamos que as
guerras e a violência fossem amenizadas. Mas, sabemos que atualmente
mais ou menos 65 países se encontram em guerra. Diz Marina Colosanti: Eu sei... mas não devia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números, para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. Sabemos que por detrás de cada número, há um nome, uma família, uma comunidade... que chora, mas continua sonhando com a paz. Para que haja paz, é indispensável dispor-se a querê-la,
a abrir o coração para uma constante conversão. Se não nascer o homem e a mulher de paz, desaparecerá da terra o gênero humano, pois são demasiados os arsenais de morte, demasiadas as minas disseminadas em todos os ângulos do mundo, demasiadas as bombas atômicas que poderão explodir, desintegrando toda a humanidade (Haring e Salvoldi). 1) Criar com o grupo slogans sobre a paz e escrevê-los em
cartões para serem distribuídos:
Falta paz sempre que a vida humana é violentada. VAMOS REFLETIR: Como nós contribuímos para que a paz seja algo concreto, na família, no ambiente de trabalho, no lazer, na escola, nas relações diárias...? A violência é algo muito conhecido e experienciado em todos os ambientes. Olhando para a natureza, quantas espécies de animais já não existem mais, quantos rios poluídos, quantas florestas destruídas... Não há paz quando há fome, desemprego, drogas, doenças, falta de moradia, salário baixo... Há falta de paz quando há corrupção, autoritarismo, domínio do mais forte sobre o mais fraco, falcatruas na política e na economia... A paz é fruto do amor, da justiça, da solidariedade. A paz estará no nosso meio quando todas as crianças terão condições de brincar, comer, sorrir, estudar. Quando os idosos receberem carinho, assistência e valorização. Quando os jovens verem seus sonhos se realizando. Quando cada pessoa será respeitada na sua dignidade e contribuir para o crescimento da comunidade. 2) Dramatizar: Natal, hoje! Apresentar uma mãe, uma criança (simbolizando Maria e Jesus) que terão nas mãos a palavra PAZ, ou muitas vezes escrita (coladas, espalhadas no chão...). 1.º Grupo Várias pessoas representam o que produz
a falta de paz. 2.º Grupo Várias pessoas representam o que produz a paz em forma de frases e de símbolos:
3) Exigências para construir a paz:
Com o grupo criar outras exigências práticas, que ajudem a vivenciar a paz em todos os ambientes, especialmente neste Natal e no Ano Novo que se inicia. Ir. Marlene Bertoldi |
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