Jornal - "MISSÃO JOVEM"
Celebração
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AMBIENTE:
Em nome do Pai... Animador: O mais importante da quaresma é a reflexão sobre a paixão e a morte de Jesus que vai culminar na Páscoa, a festa central do cristianismo. Durante quarenta dias, a quaresma nos prepara para a festa da Páscoa, ajudando-nos a reviver a experiência do povo de Israel que amadureceu sua fé na travessia do deserto e a experiência de Jesus que assume sua missão, após intenso tempo de oração e jejum. Todos: Também nós somos convidados a percorrer o caminho da cruz, para, com Jesus, passarmos à vida nova. CANTO: Animador: A quaresma é, sem dúvida, um tempo privilegiado. Mas, para que este tempo seja bem aproveitado e dê seus frutos, devemos vivenciar o espírito do DESERTO, a ORAÇÃO, a PENITÊNCIA e o JEJUM. Sem isso, perderemos uma grande oportunidade de crescer e de nos santificar. MOMENTO PENITENCIAL Animador: A conversão é o tema relevante da quaresma.
A Igreja volta a fazer ressoar forte o grande convite para revivermos
com mais autenticidade a nossa aliança com Deus, mudando certas
atitudes e praticando a solidariedade e a fraternidade.
(Citar em voz alta) Canto penitencial... SÍMBOLOS Animador: Para celebrar a quaresma de uma maneira mais consciente, convido a todos a conhecermos e refletirmos um pouco sobre os símbolos da quaresma.
Leitor 2: O Deserto. É um lugar árido e com pouca vegetação. É, portanto, lugar de jejum. Para receber a Lei, Moisés passou quarentas dias sem comer e sem beber na montanha do Sinai (Ex 24,12-18; 34). Também Elias vive a dureza do deserto, onde, reconfortado pela comida e bebida misteriosa, volta ao seu caminho (1Rs 19,3-8). Leitor 3: Na Bíblia, a permanência no deserto é um tempo de oração intensa, como também de sofrimento e reflexão. Cristo ficou quarenta dias no deserto se preparando para o ministério público. Muitas vezes resistimos a esses espaços de silêncio e solidão, porque temos medo de nos encontrar mais profundamente conosco mesmos e com Deus. O deserto requer a coragem dos humildes, dos que não têm medo de voltar a recomeçar. Leitor 4: Os Quarenta Dias. O período da quaresma é um tempo simbólico. Os quarenta dias de Moisés e de Elias ou os quarenta anos do Povo eleito peregrinando e sofrendo no deserto são algumas referências. Assim foi também com Jesus Cristo. CANTO: Leitor 1: O Jejum. O profeta Joel nos indica o verdadeiro sentido desta antiga prática penitencial: ... voltai para mim de todo o coração, fazendo jejuns, chorando e batendo no peito! Rasgai vossos corações, não as roupas!Voltai para o Senhor vosso Deus... (Joel 2,12-13).
Leitor 3: Meus caros irmãos e irmãs, o jejum é expressão de uma renúncia a tudo aquilo que nos impede de realizar o projeto de Deus. PARTILHA PARA REFLETIR 1. Deserto, jejum... que ressonância isso tem em nossa sociedade pós-moderna? 2. É possível viver o deserto numa sociedade tão perturbada e barulhenta? Como? 3. A Campanha da Fraternidade pede que
reflitamos sobre a situação das pessoas idosas. CANTO: ORAÇÕES ESPONTÂNEAS Animador: concluídas as orações, o animador exorta para uma forte vivência da quaresma e da CF 2003 e convida o grupo para rezar ou cantar o Pai Nosso. Dicas Sugestões para as equipes de celebração na quaresma:
2.º Destacar o cartaz da Campanha da Fraternidade (CF), com o
lema: 3.º A cruz também ganha destaque. Seja entronizada solenemente. O ambiente seja enriquecido a cada Domingo com símbolos ou gestos ligados aos textos Bíblicos ou mesmo ao tema da CF/2003. 4.º O ato penitencial poderá receber também um destaque maior como anúncio da misericórdia de Deus e de apelo à conversão. É bom fazê-lo diante da cruz e usar gestos, como: ajoelhar-se, inclinar-se, ou o rito de aspersão, acompanhado de refrões ou cantos apropriados. 5.º Ritualizar bem a entrada da Bíblia, a proclamação das leituras, o canto do salmo e da aclamação do evangelho. Alguns textos poderão ser encenados; outros dialogados, proclamados ou cantados. 6.º A oração da CF poderá ser rezada no momento da Oração dos fiéis ou depois da comunhão. 7.º Os cantos da Quaresma devem nos ajudar a contemplar e viver o mistério Pascal do Cristo dentro de nossa realidade. É bom que os cantos não se reduzam aos da CF. 8.º Um compromisso. É bom que a cada Domingo a comunidade chegue a formular um compromisso bem concreto, brotado da própria celebração, a ser vivido durante a semana. No Domingo seguinte, poderá ser retomado no início da celebração como sinal de vida e conversão, ou como motivo de perdão. |
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