Jornal - "MISSÃO JOVEM"
Construindo Fraternidade
NÚMEROS DA VIOLÊNCIA Se tomarmos como base, para a análise deste problema, os números de mortes por armas de fogo em nosso país, fica fácil entender porque o Governo Brasileiro, juntamente com a CNBB, o CONIC e a sociedade civil organizada, estão tão preocupados com o assunto em questão. Cerca de 100 pessoas morrem diariamente por armas de fogo no Brasil. Esses dados são tão preocupantes que, segundo o IBGE, essas mortes chegam a influenciar negativamente os cálculos da expectativa de vida do brasileiro. E não pára por aí: Esse número dá ao Brasil um triste título: O de campeão mundial em mortes por armas de fogo. A QUEM INTERESSA ESSE ASSUNTO? Dentre vários argumentos que contestam o plebiscito, o da legítima defesa é o que ganha mais força entre aqueles que são contrários à proibição do comércio de armas. Entretanto, o que mais tem tirado o nosso sono são os interesses que se escondem por trás desta desculpa.
Se as indústrias bélicas perderão muito dinheiro com a proibição, ganharão muito mais as famílias brasileiras na valorização da vida e dos direitos humanos. Precisamos, mais do que nunca, resgatar os valores éticos de Jesus Cristo para respaldar as nossas atitudes e reflexões acerca deste tema. Entre o capital e a vida humana, qual seria a opção de Cristo? O QUE NOS DISSE JESUS? Se quisermos realmente construir uma sociedade comprometida com a promoção da paz e da justiça, devemos respaldar todas as nossas atitudes nos ensinamentos de Jesus Cristo, principalmente aqueles relacionados ao amor. Um belo exemplo para esta reflexão está contido em Lucas 6, 27-35, quando Jesus nos diz: “Amai aos vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; (...) A quem te bater em uma face, oferece também a outra”. Difícil, não?
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