Jornal - "MISSÃO JOVEM"

Crianças

Crianças:

As mais sacrificadas!

O relatório da UNICEF nos mostra claramente que as crianças continuam sendo o grupo sacrificado da sociedade

Jesus já registrou isso no seu tempo e advertiu: “O que fizerdes a um destes pequenos é a mim que o fazeis”. (Mt 25,40)

Já estamos finalizando o segundo milênio e, nos últimos dez anos, o relatório da UNICEF registra que mais de dois milhões de crianças morreram nas guerras e 600 milhões vivem em condições de pobreza absoluta. A mortalidade infantil continua sendo altíssima e, além disso, 12 milhões de crianças morrem, a cada ano, por doenças evitáveis. Nem o vírus da Aids poupa as crianças: cinco morrem a cada minuto!

O Relatório Anual da Unicef é um autêntico grito de alarme que denuncia situações gravíssimas.

O pouco empenho dos líderes mundiais para com a infância contribuiu para que fossem desrespeitados seus direitos. Enquanto os progressos científicos e tecnológicos conseguiram reduzir a pólio e, praticamente, extinguir o sarampo, a Aids, as guerras e a diminuição das ajudas internacionais tiveram conseqüências dramáticas para as camadas mais pobres da população.

O Relatório deixa claro que “Aids, guerras e miséria são as três pragas que mais atingirão as crianças no começo do terceiro milênio”. As crianças negras são as que se encontram em situação mais dramática.

No mundo inteiro, diz a Unicef, um bilhão e 200 milhões de pessoas, em sua maioria crianças, vivem com menos de um dólar por dia. O alarme não diz respeito somente ao Sul do mundo, pois também nos países ricos há faixas de pobreza.

OS NÚMEROS FALAM ALTO

As estatísticas nos oferecem uma noção mais realista do que está acontecendo com as crianças:

  • 12 milhões de crianças morrem anualmente de simples doenças infecciosas por não terem comida, ou porque os remédios baratos que poderiam salvá-las não chegam até suas aldeias ou comunidades;
  • a esperança de vida de uma criança européia ou americana chega a 78 anos, mas, para as pobres, não chega a 50 anos;
  • 130 milhões de crianças, quase todas do hemisfério Sul, estão subnutridas;
  • 160 milhões não freqüentam escola;
  • 250 milhões são obrigadas a trabalhar.

Para deteriorar ainda mais a situação, apareceu a Aids, uma das primeiras causas de morte no mundo. E os países mais atingidos são quase todos africanos.

Diante dessa triste situação, em vez de lutar pela paz e ajudar com alimentos e remédios, os países mais ricos do mundo continuam vendendo armas para esses países que, além de serem extremamente pobres, muitas vezes são palco de guerras declaradas, as vezes não-declaradas e até desconhecidas pelo resto do mundo.

“O que fizerdes a um destes pequenos...”, diz Jesus. Então:

  • Qual o impacto causado por estes números em nossa vida?
  • Como estas crianças viverão o Natal?

Crescem acordos do Vaticano

Vaticano - De 1950 a 1999, foram estabelecidos 128 acordos de relações estáveis entre o Vaticano e outras nações – 43 apenas nos últimos 10 anos. Esses acordos garantem não apenas o direito à liberdade religiosa e de culto dos católicos nesses países, mas também o respeito à dignidade humana.

A extraordinária atividade da Santa Sé é favorecida pelas representações diplomáticas que mantém em 184 nações e também em órgãos internacionais, como a ONU.

O Vaticano é um dos poucos Estados que mantém diálogo oficial com nações como Israel ou Líbia.

O serviço diplomático da Santa Sé é o mais antigo do mundo.

Correio Riograndense

Visite as outras páginas

[P.I.M.E.] [MUNDO e MISSÃO] [MISSÃO JOVEM] [P.I.M.E. - Missio] [Noticias] [Seminários] [Animação] [Biblioteca] [Links]

Voltar