Jornal - "MISSÃO JOVEM"
Papa
Grandes personalidades de nossa história mundial como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Madre Tereza de Calcutá, Rigoberta Menchú, Dom Hélder Câmara e tantos outros atravessaram a história impressionando e conquistando pessoas de todas as raças e épocas. Eles souberam dar sua contribuição de uma maneira singular e nova à realidade em que viviam. Ainda hoje, seu exemplo suscita interesse para os dons mais sublimes aos quais um ser humano pode aspirar. Entre eles poderíamos destacar a luta pela Paz. O Papa Karol Wojtyla, com o pontificado mais longo na Igreja Católica, assim como eles, continua dando um testemunho incontestável de sua vocação e de seu amor à Igreja. Mesmo vivendo as conseqüências do atentado que sofreu na década de 80 e lutando contra o mal de Parkinson, ele continua firme como guia da Igreja Católica e, com ardor surpreendente, sua peregrinação pelo mundo. UM POUCO DE SUA HISTÓRIA
Embora marcado pelo sofrimento da guerra e da morte de seus familiares, Lolek (apelido familiar) foi sempre um jovem que se destacava pelo seu otimismo. Jogava futebol, gostava de teatro e, por onde passou, foi o melhor aluno. Sua facilidade com as línguas abriu-lhe as portas para o relacionamento com os povos que o conheceria como Sumo Pontífice. UM PAPA MISSIONÁRIO Wojtyla foi ordenado padre aos 26 anos, arcebispo aos 43 e cardeal aos 46. Aos 58 anos, em 1978, foi eleito papa, o primeiro papa polonês. João Paulo II, nome que assumiu em homenagem a João Paulo I, fez questão de sair freqüentemente do Vaticano para ser missionário da Boa Nova mesmo em nações que não faziam questão da sua presença. Uma vez perguntado por que viajava tanto pelo mundo, ele respondeu: “Porque o mundo não cabe todo aqui”. João Paulo II, desafiando a idade e seus graves problemas de saúde, continua fazendo planos e, neste mês, está celebrando as bodas de prata de sua eleição para o trono de São Pedro, tendo visitado a maioria das cidades Italianas e realizado mais de 100 viagens para fora da Itália. O PAPA DA PAZ João Paulo II, por ter vivido os horrores da guerra e por ter conhecido, em suas longas viagens, os sofrimentos da humanidade, mais do que ninguém é o homem da paz. Suas cartas e discursos evidenciam esta realidade em que se encontra a humanidade, cada vez mais dividida, dilacerada e afastada do projeto de Deus. Em março deste ano, em vista do conflito entre Iraque e Estados Unidos, o Cardeal Pio Laghi disse que o Papa estava “profundamente amargurado” com as decisões dos governantes. Sentimento de um pastor que, mesmo aos 83 anos de vida e com todas as debilidades da saúde, está dando seu testemunho de amor e de missionário da paz. Pensamentos: * “Hoje, eu, papa
da Igreja católica, em nome de todos os católicos, peço
perdão pelas injustiças infligidas aos não-católicos
ao longo da história atribulada desses povos e, ao mesmo tempo,
garanto o perdão da Igreja católica pelo mal que os seus
filhos sofreram”. VIAGENS
Os países mais visitados foram: • Alemanha 03 Obs.: Visitados e de passagem conforme o site do Vaticano.
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