Revista "MUNDO e MISSÃO"
Política
Apresentamos
uma serie de apreciasões de alguns O desafio da Política Política é fundamental em nossas vidas, pois sem ela não temos direção, não sabemos como caminhar, ela define como devemos seguir com nossos projetos, estudos, devendo com sua ação garantir o sentido de um País e do Mundo. Sabemos que ter ética também é fundamental em tudo, em casa, no trabalho e temos que aprender cedo, na escola, com isso ética na Política é necessária, pois serve de alicerce e segurança não só para o que vivemos hoje, mas para as futuras gerações. Fabiana Hargittai - Bradesco A política pode ser ética? Eu acredito que a política pode ser ética. Apesar de todas as denuncias contra os nossos políticos, o Brasil está passando por período muito critico na política, cada vez mais descobrimos indícios de corrupção! É um absurdo eles são bons para pedirem votos, mais na hora de explicar pra onde está indo o nosso dinheiro eles nunca sabem! Realmente assim fica difícil para o povo brasileiro acreditar se alguns deles tem ética para governar nosso país, prometer é fácil difícil é cumprir com a palavra, não que nos outros países não aconteça isso, mas no Brasil sempre aconteceu ... Acredito que a ética já e dá pessoa ter ou não, igual a honestidade, não se constrói. Então ainda acredito que alguns dos governantes tenham ética suficiente para limpar nosso país dessa sujeira que ele está! Temos que acreditar que alguém vai conseguir mudar nosso Brasil! Fabíola Kamida – Eleição esta ai! – Vamos votar consciente O que é ética Conforme texto sobre "O que é ética" notamos que é assunto muito complexo, pois a maioria tem conhecimento sobre o assunto, mas devido algumas intransigências do capitalismo ou por interesse próprio acaba-se passando por cima da ética. Notamos isso na política, por exemplo, onde o poder corrompe e, portanto a ética acaba-se sendo esquecida. Eu acho que o jovem neste momento tem que se preocupar e se interessar por questões políticas, sociais e a resposta para que as coisas se engrenem e que exista a verdadeira ética é na hora de escolher seu candidato. O voto é uma grande ferramenta que temos para minimizar essas pessoas que pelo poder, pelo capital esquece da sua ética e de seu comprometimento como político. Cada jovem tem que se interessar e analisar propostas dos candidatos e ter um voto consciente, daí, portanto tenho certeza que muita coisa melhorará neste país. Junior – Bradesco – juniorr@ibest.com.br A política pode ser ética? Inicialmente, gostaria de parabenizar-los pela Revista “MUNDO e MISSÃO”, é um trabalho visualmente bonito e passa à idéia de que é feito com muito carinho. Sinto-me orgulhoso de está entre os vossos leitores. Rubens Alves, certa ocasião dissera que existem pessoas que falam palavras boas para se comer. Assim defino o editorial primoroso sobre política que foi redigido. Lamentei que o encarte sobre política não tenha sido ainda maior. Senti falta de citações como a do filosofo Jean Jacks Rousseau em seu livro “O Contrato Social”. Quando ele afirme que nós firmamos um contrato com aquele que nos governa. Tal observação é pertinente já que domingo próximo (01/10/06) faremos um novo “Contrato Social”. Um assunto tão importante deve sempre exigir de nós (ou de nossa parte) o máximo de esclarecimento possível. Resumindo, achei que de alguma forma o encarte ficou devendo ao editorial. Quanto ao texto sobre juventude, achei que poderia ter apontado desafios concretos, como:
De fato, devemos dar a juventude o romantismo dos anos dourados. Contudo, na atual conjuntura ser jovem consciente de seus valores e deveres, tornou-se um desafio. Uma boa teria sido, já que o editorial surgiu uma reflexão sobre política, falar da falta de uma política voltada para a juventude os desafios diários a que estão sujeitos os nossos jovens. Por fim, destacamos nossos desejos de que em edições futuras “problemas” como políticas e juventude sejam tratados sobre os vários ângulos e aspectos que os envolveu. Posto que já mais devemos ser “omissos com os problemas”, nossa função é sempre demonstrar as causas e apontar alternativas viáveis. Contudo, sabemos a complexidade que envolveu os temas citados e o nosso cuidado em aborda-los. Uma vez mais, reafirmo meu apreço à vista e como leitor assíduo que sou, espero poder continuar me orgulhando desse trabalho. Posto que o leitor também tem uma parcela de contribuição na revista. Luís Fernando S. Carvalho – Paulinas – Ana Rosa |
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