Revista "MUNDO e MISSÃO"
Testemunhos da Vida Missionária
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Pela Igreja que sofre Márcio Martins Fundada em 1947, pelo padre holandês Werenfried van Straaten, a
Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) é uma Associação
Pública e Universal dependente da Santa Sé, cujo objetivo
é apoiar projetos de cunho pastoral em países onde a Igreja
Católica esteja, de alguma forma, em dificuldades. Ao longo desses
52 anos, suas atividades espalharam-se pelo mundo, o que possibilitou
inúmeros padres, irmãs e leigos realizarem seus trabalhos
em prol da evangelização, exercendo, na prática,
o que a sagrada escritura diz: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho
a toda criatura" (Mc 16, 15). O trabalho no mundo Conforme a Obra foi se espalhando pelos continentes, era necessário
que os países do chamado primeiro mundo começassem a contribuir,
sustentando os projetos nos países onde a população
não possuísse meios. Atualmente, a Ajuda à Igreja
que Sofre mantém escritórios em 16 países, todos
com a tarefa de divulgar o trabalho e arrecadar fundos junto às
populações, garantindo a continuidade da Obra. O escritório
central fica em Königstein, na Alemanha, onde trabalham cerca de
70 funcionários, vindos de todas as partes do mundo. A chegada ao Brasil A Ajuda à Igreja que Sofre chegou ao Brasil em 1962, como resultado
do encontro entre o Pe. Werenfried e João XXIII. Na ocasião,
o papa pediu que a Obra prestasse o seu auxílio também na
América Latina. Foi a partir de então que a Igreja no Brasil
começou a receber, através dos bispos, o auxílio
da AIS. Os projetos No momento, a Ajuda à Igreja que Sofre concentra-se nas seguintes atividades: · auxiliar todos os anos, na formação de mais de
18 mil seminaristas, além de apoiar a formação de
religiosos e irmãs carentes, custeando parte de seus estudos; O início... pelo fundador Com a chegada da Segunda Grande Guerra e com todo o sofrimento que ficou gravado em sua memória, Pe. Werenfried viu-se diante de combate, pois "não conseguia considerar aquele assassinato senão uma batalha de pagãos por coisas mundanas", afirmou. "Não queria tomar nenhum partido que não fosse a favor do amor e contra o ódio. Eu tinha amigos entre os comunistas e nas forças armadas alemãs; entre os colaboracionistas e entre os membros de resistência; bem como entre os voluntários que lutavam contra os russos no front oriental. Depois, na guerra, muitos dos meus amigos morreram em escaramuças. Muitos caíram em combates com farda alemã; outros, com fardas dos aliados. Alguns morreram nos campos de concentração; outros, como cidadãos indefesos nos ataques aéreos dos ingleses e americanos. E muitos foram vítimas das represálias duras e desumanas do pós-guerra. Diante de tudo isso, mendiguei amor e conforto para um inimigo vencido. Defendi os indefesos, os prisioneiros expulsos de suas casas e propriedades, os perseguidos, os pobres e os oprimidos. Fundei a Ajuda à Igreja que Sofre." Se você também quiser conhecer melhor esta Obra, escreva
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