A Igreja no Mundo
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ANGOLA: 23/06/2010 Angola está a servir como destino e fonte do tráfico de seres humanos, segundo o relatório 2010 do Departamento de Estado norte-americano. O país lusófono figura no nível 2, dos estados incumpridores de padrões mínimos, mas empenhados no combate ao fenômeno. O documento cita o caso de imigrantes congoleses sujeitos a trabalhos forçados e a prostituição nas zonas diamantíferas e de crianças utilizadas para traficar bens na fronteira com a Namíbia. Refere que, apesar dos esforços das autoridades, sobretudo, antes do recente Campeonato africano de Futebol, nenhum traficante foi condenado e o apoio às vítimas é escasso. O tráfico de mulheres e crianças para o exterior tem como destino os países vizinhos e europeus, primordialmente Portugal. Entre os países lusófonos, Moçambique e Guiné-Bissau surgem como os casos mais complicados e colocados sob vigilância. Moçambique aparece, sobretudo, como fonte de tráfico e os trabalhos forçados de crianças são “comuns” em zonas rurais, muitas vezes com a cumplicidade dos familiares. A África do sul é o destino para muitas mulheres e raparigas aliciadas com promessas de empregos e instrução que acabam na prostituição ou como empregadas domésticas. A Guiné-Bissau é fonte para o trafico de crianças, nomeadamente as “talibé”, sujeitas a trabalhos forçados, mendicidade e até a prostituição, principalmente no Senegal, Mali e Guiné-Conacry. Radio Vaticano
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