A Igreja no Mundo
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CAMARÕES Uma ilha de paz em um continente sofrido A TV nacional tem apresentado como slogan a frase: " Graças a Deus, Camarões está vivendo um tempo de paz. Isso porque o país é visto como uma "ilha de paz circundada por países em guerra". Pe. Pierino Zoni, missionário xaveriano ressalta como um país da África central que vive em paz é uma notícia que surpreende. Os cidadãos de Camarões, que possuem uma certa reputação de serem críticos têm uma grande qualidade, um forte sentido nacional na defesa da reputação de seu país. Camarões tem 15 milhões de habitantes, duas línguas oficiais, francês e inglês; mais de 250 etnias, com tantas outras línguas e culturas locais, que todavia chegam a viver e a conviver juntos, não obstante as previsões contrárias. "A Nossa missão em Camarões começou em 1982, com o envio de oito xaverianos - relembra pe. Zoni, que é o Superior dos xaverianos. Atualmente, os missionários xaverianos são cerca de quarenta e de seis nacionalidades diversas. As prioridades, desde o início, foram seguir o catecumenato, incrementar as comunidades eclesiais de base, cuidar da formação dos leigos, progredir na inculturação da fé, procurar atingir a auto-suficiência econômica e reforçar o empenho pela justiça. Segundo o missionário, "as trágicas experiências de outros países africanos os motivou a ser o mais possível próximos das pessoas e a dar a máxima importância à formação integral". Por isso, nos últimos anos os missionários decidiram ocupar alguns xaverianos em projetos de acolhimento para a juventude em dificuldade e sem ocupação. Além disso, os xaverianos estão presentes em seis dioceses de Camarões e cidades onde trabalham em pequenas comunidades, compostas por três missionários. "Nada é mais eficaz que apresentar-se às pessoas unidos e em concordância, como comunidade que busca viver na prática a mensagem que anuncia: a nova fraternidade de todos em Cristo. Nós temos a sorte de ter comunidades pluriculturais, com missionários de várias nações, assim a mensagem de fraternidade universal é ainda mais eloqüente". Os esforços para o futuro serão as vocações. "Não há missões sem missionários - conclui pe. Zoni-. Estamos comprometidos com as atividades de animação vocacional em todos os níveis: para as vocações diocesanas, religiosas e missionárias, afinal o momento nos parece oportuno". Fonte: FIDES 05/12/2002 |
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