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MUNDO: 27/11/2007
Formar a Vida
O compromisso concreto de alguns Missionários Leigos na formação
profissional
O lugar é realmente de sonho, rodeada por uma
natureza tropical de cartão postal. Goodenough, uma das mil ilhas
da Papua Nova Guiné, rodeada de uma incontaminada barreira coral,
com longas praias costeadas de altas palmas de coco poderia ser uma aldeia
turística para turistas internacionais. Ao invés, nada disso,
ao menos pelo momento!
Sobre estas jovens ilhas, a aldeia mais importante é
Watuluma, lugar de diversas estruturas administrativas, escolásticas,
sanitárias e religiosas. Junto a Missão católica,
entre outras obras de tipo social e formativo, você encontra uma
"Escola Profissional" que entretém uma centena de meninos
vindos de todo o arquipélago.
A direção esta nas mãos dos Missionários
Leigos do PIME que á anos estão presentes com o propósito
de preparar os jovens papuanos para profissões como carpinteiros,
mecânicos e eletricistas. Além de alguns sacerdotes comprometidos
nas atividades da Paróquia, tem também uma comunidade de
Freiras que se ocupam em particular da gestão do Hospital e da
Escola Média Superior que rende um serviço qualificado a
todo o arquipélago.
Próximo a Ilha Paraíso
A parte alguns aspectos que ultrapassa a fantasia dos
visitantes ocasionais, a vida na ilha não é fácil.
Existem antes de tudo, situações de precariedade alimentar
e sanitária nada fácil de abordar. A desnutrição
é devida não tanto à falta de alimento, quanto a
pouca variedade alimentar, acima de tudo pela carência de vitaminas
essenciais. Se a esta situação se acrescenta ou se junta
à freqüência endêmica de particular e grave forma
de malaria, então indubitavelmente que não estamos sobre
numa ilha de sonhos. Todavia, estes e outros problemas de tipo social
e barato, da forças ainda mais ao compromisso dos Missionários
para oferecer um futuro positivo aos jovens do lugar. Todos juntos, de
acordo com sua competência, procuram construir condições
oportunas para um desenvolvimento humano, escolar e meio ambiente mais
humano.
Não é de hoje que as Missões são
freqüentemente um motor de desenvolvimento e o começo de novas
atividades sejam sociais que geradoras de novos destinos. E' o caso da
Escola Profissional, que não se contentam de formar profissionalmente
os jovens, mas os ajuda a si organizar para poder lidar nos setores da
carpintaria metálica, na construção de moveis para
uso particular e escolar, na oficina mecânica, no fazer implantes
ou reparações elétricas. Nesse modo se ajudam diversos
jovens a iniciar e desenvolver atividades produtivas que poderão
trazer maior bem-estar a seus familiares. O limite atual é que
para continuar essas atividades, precisam de outras pessoas, competentes
e de vivência, que se flanqueiem aos Missionários Leigos
já comprometidos na escola técnica. Em Papua o espaço
para iniciativas desse gênero ainda é muito grande.
Em Bangladesh
Sabe-se que as condições ambientais e geográficas
são muito diversas, todavia, as problemáticas aproximam
os jovens da Papua e aqueles de Bangladesh. Para uma resposta positiva
a essas exigências, a Novara Technical School, escola profissional
iniciada pelos Missionários do PIME a mais de 50 anos, tem começado
há alguns anos algumas interessantes iniciativas para ajudar os
jovens diplomados para se inserir no mundo do trabalho profissional. Graças
à qualidade da formação proposta pela NTS, muitas
firmas locais são bem contentes de poder empregar técnicos
preparados, acima de tudo porque podem avaliar os candidatos através
de períodos de "vivência e amostra" no ambiente
de trabalho primeira de um eventual recrutamento. Nesse modo, a maioria
dos diplomados consegue achar emprego em pouco tempo.
Contemporaneamente a escola contínua a sustentar
o começo da atividade em próprio dessas pessoas que querem
retornar á aldeia para como artesãos. Essas iniciativas
são seguidas em modo particular por um Missionário Leigo,
que, contudo, tem desenvolvidos outros encargos formativos na NTS. Vista
a situação demográfica do País, esta iniciativa
andaria desenvolvida ainda melhor, se fosse distribuído melhor
o pessoal missionário no setor. Não momento atual, alguma
coisa se tem podido fazer, graças ao afinco de um jovem Engenheiro
italiano que, depois ter-se formado e estudado a língua bengalesa,
esta dando um serviço de 5 anos como professor na NTS de Dinajpur.
Mas não é suficiente!!!
Outras chances na Índia e no Brasil
O compromisso nesse âmbito chega de diversas missões.
Agora, em muitas situações, nós mesmos nos rendemos
conta que não basta sustentar a formação escolástica
e profissional. Se si pretende estar realmente adiantado e sustentar um
desenvolvimento global da pessoa é necessário chegar até
uma inserção positiva dos jovens no mundo do trabalho. Esse
objetivo é válido debaixo de todas as latitudes que vão
da Índia, passando sobre o Leste Asiático para chegar até
a América Latina. Construir novas chances de trabalho é
agora uma exigência que responde a necessidade de assegurar dignidade
à pessoa para faze - lá sair do espiral de pobreza endêmica.
E' fazer com que aprenda não só a pescar, como conta o famoso
provérbio chinês, mas fornecer a barca e as redes para fazê-lo.
Este é o desafio do novo milênio.
Novo perfil para os Missionários Leigos
E para alcançar esses objetivos são indispensáveis
pessoas com tanta capacidade de iniciativa que possamos entrar com competência
no modo profissional. Precisamos de especialistas com um velho espírito
em direção a outras pessoas, que saibam conjugar atenção
às pessoas com a necessidade de formar estruturas produtivas. Parece
paradoxal, mas se poderia afirmar que a missão, ao menos nesse
âmbito específico, tem necessidade de cristãos com
largo espírito empresarial.
Talvez seja um pintura muito diversa daquela que normalmente
nós mesmos pensamos ou propomos para um Missionário Leigo.
Não é mais possível pensar só a pessoa que
se ocupa dos órfãos ou dos pobres, mas naquele que, junto
a uma preparação adequada, consegue desenvolver atividades
que sejam a altura de outras atividades semelhantes e que não têm
só como finalidade o lucro, mas o homem. No fundo, é quanto
à "Doutrina Social da Igreja" propõe há
muito tempo aos cristãos. Não fica outro que recolher esse
convite e começar a realiza - los nas vivências concretas
das diversas latitudes.
Ir. Luiz Fernando - PIME
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