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MUNDO: 27/11/2007
Escravidão
No mundo, 23 milhões de pessoas em trabalhos forçados
Mais de 12,3 milhões de pessoas no mundo são
obrigadas ao “trabalho forçado”, do qual 20% da parte
do estado ou das forças armadas ( 2,5 milhões) e 2,4 milhões
são vitimas do trafico de seres humanos. E entre todas as vitimas
da exploração com fins sexuais pensa-se que 40-50% são
crianças. Estes dados (da organização internacional
do trabalho) foram referidos pelo Arcebispo Agostinho Marchetto, secretário
do conselho pontifício para a pastoral dos migrantes e itinerantes.
Trabalho forçado que inclui a exploração sexual,
o trabalho domestico, na agricultura, sobretudo na Ásia, América
Latina e Caraíbas e África subsahariana.
Práticas ligadas á escravidão encontram
difusão nas plantações agrícolas da Africa
Ocidental, no Benin, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali e Togo –
sublinhou D. Agostinho Marchetto- bem como nas plantações
de cana de açúcar da Republica Dominicana e Haiti. Também
a Índia, Nepal e Paquistão são famosas pela sus historia
e exploração. Mas o trabalho forçado está
presente também nos países industrializados, com 360.000
pessoas envolvidas, mais de 260.000 trabalhadores no Médio Oriente
e no Norte de África, e 210.000 nos países de transito.
As vitimas da exploração económica «, numa
percentagem de 56%, são mulheres e raparigas.
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