A Igreja no Mundo
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BRASIL: 11/12/2009 O acusado de matar a missionária Dorothy Stang, Rayfran das Neves Sales, conhecido como Fogoió, desistiu do novo julgamento popular que ocorreria na quinta-feira, em Belém (PA). Os advogados solicitaram a manutenção da pena anunciada no primeiro julgamento, de 27 anos de prisão. Dorothy Stang foi morta a tiros em 12 de fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Segundo a Promotoria, a missionária foi assassinada porque defendia a implantação de assentamentos para trabalhadores rurais em terras públicas que eram reivindicadas por fazendeiros e madeireiros da região. Sales chegou a confessar o crime. No último julgamento, porém, ele disse que teria se sentindo "ameaçado" pela religiosa e acabou inocentando dois fazendeiros suspeitos de ordenarem o assassinato. A estratégia da defesa era tentar desfigurar o fato de que se tratou de crime de mando. Fogoió teria atirado na missionária sob forte emoção, porque ela o teria provocado. Dorothy, aos 73 anos, estava sozinha e foi morta enquanto segurava nas mãos uma Bíblia. Até hoje, nenhum dos fazendeiros acusados de mandarem matar a missionária foi preso. CatolicaNet
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